Novos tempos, novas conquistas

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Em minha nova jornada na vida, decidi ser concurseira. Esta decisão surgiu pós conclusão de curso  em jornalismo. Foi quando me caiu a ficha que estaria formada e desempregada. Então pensei: não sou influente a ponto de ser indicada, fiz poucos estágios e não tenho um portfólio de causar inveja, não quero ser tachada como desempregada, gosto de trabalhar, gosto de estudar. Assim resolvi ser concurseira.

Minha empreitada começou em dezembro do ano passado, 2011. Meu primeiro concurso foi para jornalista na Universidade Federal de Uberlândia. Havia apena uma vaga. O concurso foi em janeiro deste ano, 2012. Detalhe: moro em Contagem e não tenho um conhecido na cidade.

Estudei o Regime Jurídico Único, não me empenhei muito no jornalismo, pois estou recém-formada, minha colação foi só em março. Estudei a língua portuguesa e li alguns artigos da minha área na internet.

Dois dias antes do concurso fiz as malas, peguei o avião, fui para Uberlândia e me hospedei no hotel com o preço mais condizente à minha situação: sem grana total. O Voo só demorou duas horas, conheci outro concurseiro durante a viagem, ele iria tentar a vaga para intérprete em libras. Ele me disse que eram duas vagas para a área dele e que eram 4 concorrentes por vaga. Pensei que talvez aprender a língua dos sinais poderia ser uma boa para mim, mas não posso perder o foco do jornalismo que eram 96 pessoas concorrendo a uma vaga.

Este meu colega de voo se chama Fernando, ele me contou também que havia questões de raciocínio lógico. Eu logo pensei: “Meus Deus, os duendes que escondem minhas coisas quando as estou procurando, devem ter escondido esta parte do edital quando eu estava lendo”. Fiquei meio atormentado no momento, mas depois passou, afinal, não havia muito a ser feito àquela altura do campeonato.

Cheguei ao hotel, tomei café da manhã (adoro café da manhã de hotéis), dormi, acordei, fui fazer o reconhecimento de área para não me perder e evitar contratempos no dia do concurso, perdi-me na cidade, depois de muito pedir informações e dar alguns “vacilos”, consegui ter um tour tranquilo. Conheci o shopping da cidade que não é muito legal, e, claro, fui à Universidade. Peguei um ônibus, voltei para o hotel e dormi para me preparar para o dia seguinte.

No grande dia, a recepção me liga para me acordar, mas eu já estava acordada havia muito tempo. Tomei café reforçado. Comprei um energético. Fui para a estação de ônibus. Cheguei na Universidade. Abriram os portões e aquele mundo de gente entrou. Encontrei com o Fernando por acaso e desejei-lhe boa prova.

Na sala de prova, somente jornalistas alguns com seus 40 a 50 anos, outros que nem chegavam aos 25, como eu. Mandaram que todos prendessem os cabelos, tirassem os brincos, retirassem a bateria dos celulares entre outras exigências. Tocou o sinal, começou a prova, fiz uma oração.

Ao terminar a prova saí quase certa de que passaria, mas eu tinha que esperar o resultado do gabarito que sairia ao anoitecer. Ao conferir o gabarito, minha certeza foi ao chão, 76% da prova. E sabe o que eu mais havia errado? As questões de jornalismo. O jeito agora era relaxar e dormir, afinal no dia seguinte eu tinha que voar de volta para BH e depois pegar dois ônibus para chegar em Contagem…

Só para concluir. Fiquei em segundo lugar, mas como só havia uma vaga e o primeiro lugar já tomou posse, estou à espera de outra vaga. Meu concurso é válido por 1 ano prorrogável por igual período. Vamos aguardar. Enquanto isso, vou fazendo outros concursos.

Em breve novo post sobre uma nova aventura.

Tentando até passar!

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